sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
COLETIVO ZINE N.1
ESTÁ DISPONÍVEL O COLETIVO ZINE 01 !!!!!
O Coletivo Zine é uma ação conjunta. Obra de uma coletividade, sem dono, sem restrições.
A primeira edição impressa do fanzine já pode ser adquirida. São 64 páginas em preto e branco, com HQs, poemas, contos, montagens, ilustrações, artigos. Participações de Jackson Abacatu, Michael Kiss, Fabio da Silva Barbosa, Marcelo Dolabella, Diego El Khouri, Alexandre Mendes, Henrique César, Obersale, Rodrigo Pedroso, Ivan Silva, Kaio Bruno Dias, Cássio Aquino, Wagner T., Taty N.S..
Para adquirir o Coletivo Zine 01 é só entrar em contato com qualquer dos seguintes distribuidores (a divisão por cidade é só pra facilitar, enviamos também por correio):
em Belo Horizonte / MG:
Jackson Abacatu - jackson.abacatu@gmail.com
Marcelo Dolabella - hqsdola@gmail.com
no Rio de Janeiro / RJ:
Wagner Nyhyw - wnyhyw@gmail.com
em Goianira / GO:
Ivan Silva - isrbaixo@hotmail.com
em Porto Alegre / RS:
Fabio Barbosa - fsb1975@yahoo.com.br
em São Roque / SP:
Rodrigo Pedroso - semdrive@yahoo.com.br
em São Cristóvão / SE:
Henrique César - hcrodrigues3@hotmail.com
ISTO É SÓ O INÍCIO. ADQUIRA O SEU. DIVULGUE. PARTICIPE.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
NOITE PASSADA
(Por Diego EL Khouri)
Noite passada dormi nada
do meu lado
um ventre sem pelo e sem pecado
do meu lado dormi nada
pois estava em cama errada.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
A MUSA INCENDIÁRIA
(Por Diego EL Khouri)
Sou o incendiário das ruas de Stalingrado
Meu pênis-fogo não sacia sua fome de amor
Olhos turvos perante a noite no deus prenhe-tesão
Alimento a vida em suas pernas poetisa gazela leoa
Tua bunda toda boa é guerra sem cortes
Pornografia sem censura inflamação louca
Minha assinatura fecha o ponto abarca a vida
A sede produz correntezas
Conduzindo o esperma às lágrimas que te moldaram nua
Poesia deve ser uma viagem chula (profunda) absurda
Bombardeio insensível na sensibilidade da noite
Te chupo toda gazela louca
Que escreve poesias com a alma rouca cheia de força
insubmissa perante falos submissa perante orgasmos
calcinha enfiada no cume da madrugada
arranco com os dentes
onde vejo um líquido branco molhar sua vagina de espanto.
Sou o incendiário das ruas de Stalingrado
Meu pênis-fogo não sacia sua fome de amor
Olhos turvos perante a noite no deus prenhe-tesão
Alimento a vida em suas pernas poetisa gazela leoa
Tua bunda toda boa é guerra sem cortes
Pornografia sem censura inflamação louca
Minha assinatura fecha o ponto abarca a vida
A sede produz correntezas
Conduzindo o esperma às lágrimas que te moldaram nua
Poesia deve ser uma viagem chula (profunda) absurda
Bombardeio insensível na sensibilidade da noite
Te chupo toda gazela louca
Que escreve poesias com a alma rouca cheia de força
insubmissa perante falos submissa perante orgasmos
calcinha enfiada no cume da madrugada
arranco com os dentes
onde vejo um líquido branco molhar sua vagina de espanto.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
SEM DÓ
(Por Diego EL Khouri)
Não quero que me toquem
não quero me que beijem
não quero que me sintam
não quero que me vejam
o barco da vida naufragou
a voz na viela da dor se esgotou
e com ela trouxe os amores
na flor secular que murchou
mas não quero que me toquem
não quero que me beijem
não quero que me sintam
não quero que me vejam
sou só - granito imundo no chão
sentido a dor dos desvarios loucos
comendo o lodo da ilusão
quero que me ajudem
quero que me tirem
que me levem daqui
mas sou só (mesmo acompanhado)
desesperado (?)
quero uma voz que me levante sem dó.
Não quero que me toquem
não quero me que beijem
não quero que me sintam
não quero que me vejam
o barco da vida naufragou
a voz na viela da dor se esgotou
e com ela trouxe os amores
na flor secular que murchou
mas não quero que me toquem
não quero que me beijem
não quero que me sintam
não quero que me vejam
sou só - granito imundo no chão
sentido a dor dos desvarios loucos
comendo o lodo da ilusão
quero que me ajudem
quero que me tirem
que me levem daqui
mas sou só (mesmo acompanhado)
desesperado (?)
quero uma voz que me levante sem dó.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
GLAUCO MATTOSO

Bom anno! Informe quando se mudar!
URBANNIVERSADO [soneto 501]
Feliz anniversario, Paulicéa!
Do Pateo do Collegio ao infinito,
o immenso não é feio nem bonito:
darás de megalopole uma idéa?
Tens cara de africana ou de européa?
Tens arvore de figo ou de palmito?
Tens cathedral de taipa ou de granito?
Tens flor? É rosa, hortensia ou azaléa?
Te tornas, anno a anno, mais mudada:
quem chega não se encontra com quem parte;
a rua não se avista da sacada.
Poetas não teem jeito de saudar-te;
tu, pois, que cantes, antes de mais nada,
que és obra, em fundo e forma, in progress: arte!
Glauco Mattoso
URBANNIVERSADO [soneto 501]
Feliz anniversario, Paulicéa!
Do Pateo do Collegio ao infinito,
o immenso não é feio nem bonito:
darás de megalopole uma idéa?
Tens cara de africana ou de européa?
Tens arvore de figo ou de palmito?
Tens cathedral de taipa ou de granito?
Tens flor? É rosa, hortensia ou azaléa?
Te tornas, anno a anno, mais mudada:
quem chega não se encontra com quem parte;
a rua não se avista da sacada.
Poetas não teem jeito de saudar-te;
tu, pois, que cantes, antes de mais nada,
que és obra, em fundo e forma, in progress: arte!
Glauco Mattoso
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
VEM
(Por Diego EL Khouri)
Sugo dos lábios
o néctar
que o orgasmo traz
e traz o que vem dar
naquilo que satisfaz
ah,menina, vem me dar!
Sugo dos lábios
o néctar
que o orgasmo traz
e traz o que vem dar
naquilo que satisfaz
ah,menina, vem me dar!
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
BODISATVA SAFADO
(Por Diego EL Khouri)
E que ninguém ouse frear essa língua! Que as sete pragas venham por sobre a cabeça de quem o tentar! Alexandre Mendes
Nasci torto
desgarrado
filho errado
poeta embriagado
bodisatva safado
demônio enjaulado
o hermético soldado
perante grades malfadadas
perante grades malfadadas
um siso ferido carcomido
nas geleiras polares
cristo perdido e sozinho
sem um único amigo ou vizinho
querem ver-me aprisionado
aqueles que me tem carinho
mas quem me levou
a terra dos ordinários
só pode querer ver-me
aprisionado
anjo errado
desgarrado
imaculado
deus torto
louco
embriagado.
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