Acabo de presenciar uma das emoções mais fortes que senti, e devo isso ao assistir "Limite", filme de Mário Peixoto. Já posso afirmar sem sombra de dúvida que esse filme é um divisor de águas na minha vida, assim como foi a poesia de Augusto dos Anjos quando a conheci nos meus 14 anos de idade. A imagem carregada de poesia, o clima, a sutileza dos detalhes, o ritmo, tudo isso de alguma forma vai penetrar na minha arte, principalmente na pintura, pois em minha alma já está fixada como elemento vivo de criação. Esse é um daqueles momentos únicos de nossa vida em que a arte faz toda a diferença.
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