domingo, 10 de julho de 2016

SUPLEMENTO ACRE EDIÇÃO 008

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Acre
suplemento
ostra
gra po EDIÇÃO
OUT
NOV
DEZ008

Descobri há poucos dias que um poema de minha autoria foi publicado  ano passado (2015) na revista Suplemento Acre. Abaixo  o link para ler a revista pela internet e o poema que saiu nessa edição:



http://pt.slideshare.net/romulopherreira/suplemento-acre-edio-008



AO BRUXO COM CARINHO



(Por Diego EL Khouri)
- Ao Glauco Mattoso, "o poeta da crueldade" - 



Poeta em ditirâmbicos olhares
na métrica, rima, cadência ou samba
sabe que para fugir dos lugares
deve aventurar-se na corda bamba.

Dança dos aleijados da existência...
Teu cântico é febril, louco, latente,
a volúpia Sagrada e inconsequente
de quem xinga à Deus sua deficiência.

Come (!) como um profeta em fúria sã
o cão sublimar de loucos orgasmos
da pobre desordem da vida vã.

E sejas p'ra mim somente esse cego
preso na sorte da vida cristã
alimentando-se de porra e ego. 

quinta-feira, 7 de julho de 2016

PRAÇA AFONSO PENA: VENTRE DAS ALMAS QUE DELIRAM!

 Aos irmãos Davi F. F. , Edu Planchez, Diego El Khouri, Solfidone, Elizabeth de Souza.

Por: Joka Faria

Enxergo as vísceras em sangue, gozo e vida
dos poetas viscerais
neste século vinte e um.
Almas corsárias, amáveis que atravessam milênios.
No ir e vir no espaço tempo.
Este sol de inverno nos impulsiona a vida.
As praças ainda não acabaram.
Dentro de mim a poesia visceral grita…
Como nas palavras de Nietzsche em “Assim falou Zaratustra”.
Li o livro inteiro para descobrir a frase…
Presente em um poema de Edu Planchez.
Heróis marginais poesia viva em mim
na praça afonso pena.
Encontrar a loucura de Edu Planchêz, Solfidone.
Marcou a ferro e o fogo minha alma de poeta.
Vísceras expostas em plena praça.
Manhãs de sábado…Eternas manhãs de sábado.
Como o poema de Vinícius de Moraes
poema oração.
Desde a lemúria, china, Egito.
Estamos a nos reencontrar sempre nas praças.
Ventre das almas que deliram.
Poesia já gritei em Paraty que vive dentro de mim.
Um pré-fáscio para Diego El Khouri.
Poesia como cantou Malafaia.
Enxergo as vísceras em sangue, gozo e vida
dos poetas viscerais
neste século vinte e um.
Cantemos a poesia em nossa casa pau a pique
em um canto da Mantiqueira.
Nossa canoa Piraquara segue no rio Parayba do Sul.
Praça Afonso Pena.
Portal do Banhado.
O tempo não existe.
Caraguatatuba, Ubatuba.
Dancemos cirandas irmanados em nossas vísceras.
Inexistimos, resistimos.
Como um quadro de Davi FF. “A Nona Esfera”
inutilmente censurado por algum programa de computador.
Mas sua arte ecoará pelo universo.
Como a teoria do caos nos diz:
Borboletas, poetas, profetas…Borboletas.
Poesia registrada em nossas retinas.
Quiça os Deuses permitam-me gestar novos livros…
E os parir
Do ventre de mãe Gaia.
E Nietzsche em Zaratustra Cantou:


“ É necessário possuir um caos
dentro de si para fazer nascer
uma estrela brilhante “
Que das trevas faça-se luz!


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"Escrito após a leitura da coluna de Elizabeth de Souza o “Canto da Cultura” na revista Entrementes Edição de Inverno de 2016
E o préfácio escrito por Edu Planchêz para o livro de Diego El Khouri."
João Carlos Faria

domingo, 3 de julho de 2016

"VO SE" - CARNE E FÉ





Fred Graniço recitando o poema "CARNE E FÉ" do livro que acabou de lançar intitulado "Vo Se". Realmente um belíssima obra poética repleta de intensidade e indagações. Uma poética original que carrega consigo a marca de suas próprias experiências. Duas telas que pintei em momentos diferentes se transformaram também em capa e contra capa dessa belíssima obra poética. Os quadros hoje fazem parte do seu seu acervo particular.
Uma honra participar desse belo projeto!!



Diego El Khouri






quinta-feira, 30 de junho de 2016

OBCECADO PELA CRIAÇÃO/ EXPOSIÇÃO: ESTUDOS SOBRE O TEMPO

Matéria que saiu  no jornal Diário da Manhã sobre a exposição individual de Diego EL Khouri na  Galeria Cultura e Cidadania do Procon Goiânia. Exposição intitulada Estudos sobre o Tempo. Produção Executiva: Rosangela camargo. Matéria assinada pela jornalista Rariana Pinheiro.
http://www.dmdigital.com.br/#!/view?e=20160524&p=25

Foto: Íris Roberto


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Exposição Individual: Estudos sobre o Tempo
Artista: Diego El Khouri
Visitação: 17 de Maio de 2016 a 17 de Junho de 2016
Local: Galeria Cultura e Cidadania do Procon Goiânia
Endereço: Av. Tocantins, 191, st. central, Goiânia (GO)
Produção Executiva: Rosangela Camargo

sexta-feira, 24 de junho de 2016

GLAUCO MATTOSO- TRIPÉ DO TRIPÚDIO E OUTROS CONTOS HEDIONDOS

 Por: Diego El Khouri

Uma honra o grande escritor Glauco Mattoso citar em seu livro "Tripé do Tripúdio e outros contos hediondos" a entrevista que fiz com ele em 2010. Achei na internet por acaso. Mattoso é uma grande referência na literatura .

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“Glauco Mattoso é um herdeiro da poesia fescenina (a lírica licenciosa da Antiguidade latina), das cantigas de escárnio e maldizer (que remontam ao trovadorismo português), da poesia erótica do barroco brasileiro Gregório de Matos e do sonetista português du Bocage (1765-1805); transforma perversão, pornografia e auto-humilhação masoquista (leia-se se “Soneto de Natal”) em denúncia anárquica da “merda comunitária cosmopolita” — como no “Manifesto Coprofágico”, cuja epígrafe é uma “licença poética” com o nome do poeta espanhol Federico García Lorca...”
Manuel da Costa Pinto


 http://coletivozine.blogspot.com.br/2013/07/glauco-mattoso-o-poeta-da-crueldade.html

segunda-feira, 20 de junho de 2016

FRAGMENTOS DA VIDA

Por: Diego El Khouri

Eu tinha uns 10 anos de idade quando vi essa obra pela primeira vez.. Anos depois descobri que foi baseada na obra do poeta do romantismo Lorde Byron, que conta a história do cerco e da queda do rei da segunda dinastia assíria no final do século IX. A pintura de Delacroix ( e especialmente esse quadro) ainda mexe muito comigo. Não é a toa que grandes nomes das artes, como Van Gogh, se diziam influenciado por esse grande francês. Outra obra de Delacroix que me chama muito a atenção é a "A Liberdade Guiando o Povo". Fiz inclusive um trabalho e apresentação na Escola Técnica De Artes Basileu França quando fui aluno dessa instituição anos atrás. Trabalho coordenado pelo grande artista plástico peruano Rodolfo Gonzales, mestre da aquarela. A obra de Eugène Delacroix é carregada de simbolismos e intensidade. Vida e arte passam pelos meus poros, alma, percepção e busco criar também um novo mundo através das artes. Novas sensações que só com "os olhos abertos" somos capazes de sentir e presenciar.




Dimensões3,92 m x 4,96 m
Criação1827
PeríodoRomantismo
Assunto: A Morte de Sardanapolo

domingo, 5 de junho de 2016

EDU EDDIE STRADA

Por: Diego El Khouri


Abaixo mais uma entrevista interessante que fiz nessa vida louca. Edu Eddie Strada e sua arte musical.




1) O blues tem uma forte influência no seu trabalho. Além do blues quais outros estilos que você transita?

O Blues é muito mais do que uma influência, eu diria. É uma paixão. Sensação difícil de explicar quando eu ouço ou canto Blues. 
 Mas além do Blues eu também sou do Rock. Gosto muito de todas as épocas do Rock, antigas e novas. Principalmente as coisas mais antigas, de raiz.
 Mas meus pais são da geração Bossa Nova. Cresci ouvindo muita Bossa Nova, Samba, Jazz Clássico e Contemporâneo.
 E, sendo o caçula de quatro filhos, fui influenciado pelos meus irmãos e irmã no Rock internacional e nacional, mas também no Reggae e outros estilos.

2) Como vê o cenário atual da música brasileira?

É um cenário difícil, como sempre foi. No Brasil, assim como no resto do mundo.

Difícil de conquistar, como antigamente, mas por outros motivos. Antigamente era difícil pelos meios de produção estarem nas mãos de poucos muito poderosos.
  Hoje os meios de produção baratearam e estão acessíveis a praticamente toda a população, mas, ao mesmo tempo, o consumo também barateou. Ficou quase gratuito, na verdade.  
  Isso dificulta pra quem produz conteúdo e precisa de espaço pra mostrá-lo. 
  É uma faca de dois gumes. Não há cenário perfeito. Mas prefiro o cenário atual ao antigo. Mais democrático e com muito mais possibilidades. Hoje em dia a criatividade na estratégia de publicação do trabalho conta muito.
  Não existe uma forma de bolo, um manual de como fazer. Quase tudo é possível.


3) O que tem ouvido ultimamente?

Sempre ouço muito os clássicos do Blues e do Rock. Recentemente me apaixonei por uma banda da época de Woodstock, Mountain. Já conhecia, mas estou conhecendo mais a fundo agora.
  Também sempre escuto muito as bandas dos anos 90. Alice in Chains, Soundgarden, Stone Temple Pilots, Pearl Jam, Nirvana etc.  Do Rock mais atual eu curto muito Foo Fighters, Artic Mokeys, Black Keys, mas minha preferida é Queens of the Stone Age.

4) Fale de seus projetos.

    Tenho meu projeto autoral (EDU STRADA & Os Caroneiros). Nele canto minhas músicas e alguns covers de rock modernos de bandas como as que mencionei acima. Nesse projeto sou acompanhado por uma galera mais jovem, rola muita energia no palco. É muito bom! Estou lançando em breve um EP nas principais lojas digitais com as primeiras músicas desse projeto.
  Além disso, tenho meu projeto de intérprete de Rock Clássico e Blues. Esse é um show bem dançante. Juntei um repertório bem inusitado e que tem funcionado bem demais! Sou acompanhado pelos melhores músicos disponíveis na área. Esse show surpreende! Dá pra ver na reação das pessoas que vão só esperando mais um show de Blues. Tenho planos de produzir um conteúdo autoral pra esse projeto no futuro. Vamos ver...
Estou muito satisfeito com esses dois projetos e tenho trabalhado pra alavancá-los a um nível mais alto sempre. Colocá-los no patamar em que eles merecem estar.
Além disso, como sempre, rolam os projetos paralelos de Rock Clássico e Blues. Continuo cantando na Woodstock Band, que é altíssimo nível. Tem um público fiel. É muito gratificante.
E outros projetos mais esporádicos que sempre pintam. Sempre pinta um convite aqui e ali pra participar de um show ou de algum projeto novo.



5)  Quais os discos, livros e filmes te  influenciaram no seu início artístico?

Olha não tenho nenhuma influência diretamente na arte, mas sim na vida em geral. Alguns títulos influenciaram mais que outros muito por remeterem a momentos importantes da minha vida.
 Tudo de Jimi Hendrix. Tudo de Cream (minha primeira referência no Blues Rock!). Assim como Eric Clapton (Cream of Clapton foi minha pedra fundamental) Tudo de Bob Marley, com alguns discos mais especiais como o Confrontation e Uprising. The Doors sempre foi muito importante na minha formação também hoje em dia curto muito o álbum Soft Parade. Tábua de Esmeraldas do Jorge Ben e Tim Maia Racional. Pearl Jam - Ten.
Muita coisa pra mencionar aqui...

Alguns livros como On the Road (Jack Kerouac), além de outros títulos dele. Vidas Secas (Graciliano Ramos). Vida, O Filme (Neal Gabler), me influenciou muito na época da faculdade. 
Gosto muito da poesia Beatnik, de Paulo Leminski. Drummond, Machado de Assis...

Filmes: Clube da Luta; Matrix. Gosto muito de Stanley Kubrick, Tarantino, Woody Allen. 


6) Onde podemos encontrar seu trabalho?

Como disse, em breve estarei nas principais lojas digitais, como ITunes, Spotify. Por enquanto pode encontrar minhas músicas autorais pra download só no Bandcamp. Pode escutar algumas pré produções no SoundCloud. Ver coisas velhas e novas no Youtube e saber um pouco mais sobre mim no meu site: http://www.edustrada.com.br/

7) Como você vê o cenário político brasileiro?

Cara, prefiro me abster de entrar nesse assunto nesse momento dada a surrealidade em que tudo se encontra. Acho que isso é papo pra uma outra entrevista inteira, não acha? rs

7) Diga o que você quiser. 

Acho que é isso. Obrigado pelo espaço. Espero que tenha correspondido ao que você queria.
Grande abraço!



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quinta-feira, 26 de maio de 2016

NÃO INTITULADA - 11ª COLAGEM COLETIVA

Fui um dos artistas convidados a expor na 11ª edição da Colagem Coletiva "Não Intitulada". Evento criado pelo artista visual João Colagem... 
Essa 11ª  teve mais de  2000 visitações e devido sucesso
  foi prorrogado por mais 10 dias 

 Abertura: 15 de Março, 2016 
Término: 10 de Maio, 2016

Teatro Sesi - FIEG SESI - Studio Colagem


A 11ª edição da Colagem Coletiva "NÃO INTITULADA" apresentou quinze artistas plásticos que atuam com as modalidades da técnica de colagem e as usam como meio de expressão nas diversas formas das linguagens.

Artistas:

André Bragança, Bia Menezes, Bruno Melo, Diego EL Khouri, Fátima Carvalho, Hal Wildson, Paranhos Junior, Líbia Duarte, Rjunior, Raimundo Barros, Rossana Jardim, Salvess, Tati Almeida, Vinícius Vargas, Wolney Fernandes.">local: Teatro Sesi 


Abertura: 15 de março,2016
Horário: 19 horas
Local: teatro SESI











































































Texto que o escritor Saulo Montefusco fez sobre a exposição:



O Silêncio que convence

Emergem das obras dessa mostra de arte manifestações conscientes
e inconscientes da expressão de sentimentos dos colagistas participantes,
que ao admirador, causam a sensação de que tais manifestos estejam no
 cueiro de realidades sem o compromisso com as mesmas, patenteadas
 no senso e contrassenso, no argumento e no contra-argumento, no material
e no imaterial, no natural e no sobrenatural, e até mesmo no mítico.

Entre gemidos, sussurros e o silêncio que convence, a mostra revela
tratar-se de intimidades da alma de seus expositores, filhos do modernismo
 e afilhados do consciente livre expressar, com ou sem propósito ideológico ou filosófico.

Flagrantemente proposital, a mostra que se expõe "Não Intitulada" não se fez
 obrigada a dar um direcionamento por meio de um título mais rebuscado, o que
certamente inibiria o divagar apreciativo do público, o qual, este, se oportuna em
 se identificar ou até mesmo se escandalizar com as intimidades expostas.
Singularidade interessante nesta mostra de exposição é a arte digital e outros
recursos tecnológicos, a apropriação do auxílio da computação, particularidade
 deste Século, que aponta para uma tendência mais representativa, sem imposições
quaisquer, do olhar contemporâneo dos artistas, tornando a liberdade como o âmago
 de seus expressares.
Com isso, por ebulição de seus inconscientes, o amor e a dor, a explosão e a implosão
sentimentais, a serenidade e a turbulência, o real e o não real, a "teopresença" e a
 "antropopresença", os questionamentos sobre a atualidade, sobre o mundo e o homem,
 são facilmente encontradas nas obras dos coparticipantes artistas visuais, expressadas
 com maestria nas saliências peculiares da arte da colagem.



Saulo Ribeiro Montefusco



Algumas matérias sobre a 11 Colagem Coletiva "Não Intitulada"


https://canetaecafe.com.br/2016/03/14/23382/

http://universodavitoria.com.br/colagem-coletiva-nao-intitulada/

http://www.arrozdefyesta.net/vem-ai/exposicao-colagem-coletiva-reune-15-artistas-da-colagem-71-20160313

http://heyevent.com/event/ilty2eahy7duwa/11a-edicao-da-colagem-coletiva-nao-intitulada

http://www.opopular.com.br/editorias/magazine/acontece-1.145036/concerto-com-a-sinf%C3%B4nica-no-teatro-sesi-1.1051890 
http://www.dm.com.br/cultura/2016/03/cola-aqui.html





Endereço: Av. João Leite, nº 1.013, Setor Santa Genoveva, ao lado do Clube Antônio Ferreira Pacheco - Goiânia - Goiás -Brasil

Realização Teatro Sesi - FIEG SESI - Studio Colagem

Curadoria : João Colagem

Apresentação: Saulo Ribeiro Montefusco
Fotografia: Bruno Lôbo

Tradução: Líbia Duarte

Video Arte: Hal Wildson

Apoio: Tetto Fine Art Prin
Agradecimentos: Hey,Hal!, MR Telas e Molduras, Bruno
Lôbo, Tarcísio Pina


Foto do primeiro encontro para a exposição:



Foto para o site cultural Arroz de Fyesta:





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