ARTE : DIEGO EL KHOURI
domingo, 16 de novembro de 2014
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
EM CLIMA DE ELEIÇÃO...
Em clima de eleição posto aqui esse poema do grande Glauco Mattoso:
SONETO 17 SÁDICO
Legal é ver político morrendo
de câncer, quer na próstata ou no reto,
e, pra que meu prazer seja completo,
tenha um tumor na língua como adendo.
de câncer, quer na próstata ou no reto,
e, pra que meu prazer seja completo,
tenha um tumor na língua como adendo.
Se for ministro, então, não me arrependo
de ser-lhe muito mais que um desafeto,
rogar-lhe morte igual à que um inseto
na mão da molecada vai sofrendo.
de ser-lhe muito mais que um desafeto,
rogar-lhe morte igual à que um inseto
na mão da molecada vai sofrendo.
Mas o melhor de tudo é o presidente
ser desmoralizado na risada
por quem faz poesia como a gente.
ser desmoralizado na risada
por quem faz poesia como a gente.
Ele nos fode a cada canetada,
mas eu, usando só o poder da mente,
espeto-lhe o loló com minha espada.
mas eu, usando só o poder da mente,
espeto-lhe o loló com minha espada.
(Glauco Mattoso. Centopéia: sonetos nojentos e quejandos. SP: Ciência do Acidente, 1999)
domingo, 26 de outubro de 2014
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
NOVA POESIA
(Por Jorginho A. da Rocha)
(A Diego El khouri)//Consumo tudo em volta/como um furacão/e em chamas/tudo volta/Entre espelhos/vejo o céu/coberto de tinta azul/agora amarelo e vermelho/não/agora vermelho e amarelo/Nas paredes vejo exigências/"por favor!"/"mais decência!"/"olha a boca suja!"/E na chuva/o poeta abaixa as calças/e de chinelo/mostra por entre as pernas da cultura/alguns pêlos/da sua mais nova poesia
(A Diego El khouri)//Consumo tudo em volta/como um furacão/e em chamas/tudo volta/Entre espelhos/vejo o céu/coberto de tinta azul/agora amarelo e vermelho/não/agora vermelho e amarelo/Nas paredes vejo exigências/"por favor!"/"mais decência!"/"olha a boca suja!"/E na chuva/o poeta abaixa as calças/e de chinelo/mostra por entre as pernas da cultura/alguns pêlos/da sua mais nova poesia
terça-feira, 21 de outubro de 2014
A ARTE VISUAL DE D. EL KHOURI
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A ARTE VISUAL DE DIEGO EL KHOURI
Título: Veste, retalho e abrigo
Técnica: óleo s/ papel
Artista: Diego El Khouri
*Os dias gastos fazem parte da jornada que servirá ao fim da jornada de veste e abrigo. (D. El Khouri)
Técnica: óleo s/ papel
Artista: Diego El Khouri
*Os dias gastos fazem parte da jornada que servirá ao fim da jornada de veste e abrigo. (D. El Khouri)
Título: Lapso do Tempo
Técnica: óleo s/ canson
Artista: Diego El Khouri
Técnica: óleo s/ canson
Artista: Diego El Khouri
Título: Espaço no Tempo
Técnica: Óleo s/ telaArtista: Diego El Khouri
Título: Ano passado eu morri, mas esse ano eu não morro
Técnica: óleo s/ telaArtista: Diego El Khouri
Título: No Repouso do Tempo
Técnica: óleo sobre telaArtista: Diego El Khouri
Título: Letes
Técnica: Óleo sobre telaArtista: Diego El Khouri
Título: No recôndito
Técnica: tinta a óleo s/ papelArtista: Diego El Khouri
Título: A noite do poeta
Técnica: óleo s/ papelArtista: Diego El Khouri
Título: Arte para a capa do disco da banda Chá de Gim
Técnica: tinta a óleo sobre papelArtista: Diego El Khouri
Arte para a nova música da banda Chá de Gim (Samba Verde)
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri
Título: Adolfo Franco
Técnica: óleo s/ tela
Artista: Diego El Khouri
Técnica: óleo s/ tela
Artista: Diego El Khouri
Título: Jim Morrison
Técnica: carvão s/ canson
Artista: Diego El Khouri
Técnica: carvão s/ canson
Artista: Diego El Khouri
Título: Embalados
Técnica: grafite sobre canson
Artista: Diego El Khouri
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
WALT WHITMAN GOSTAVA DE OUVIR
(Por Edu Planchêz)
"Walt Whitman gostava de ouvir
sua avó Van Velson,
contar a história do velho
Salt Kossabone, seu tataravô,
que costumava sentar-se
em sua imensa cadeira de braços,
perto da janela,
em sua casa da colina,
quando já era velho demais
para navegar..."
sua avó Van Velson,
contar a história do velho
Salt Kossabone, seu tataravô,
que costumava sentar-se
em sua imensa cadeira de braços,
perto da janela,
em sua casa da colina,
quando já era velho demais
para navegar..."
E quantas navegações faço
com o velho Whitman,
pelos charcos da Nova Guiné
de meus sonhos tri alucinados?
com o velho Whitman,
pelos charcos da Nova Guiné
de meus sonhos tri alucinados?
Esses nossos aliados que andaram
pelo Arizona
e por Aparecida de Goiânia,
arriscando todas as fichas
numa iluminada...
"procissão de suicidas"
viajando nos porões
de uma garrafa cheia de versos
por demais amargos,
por demais encravados
nas pintas do cogumelo
da "bomba de estrelas"?
pelo Arizona
e por Aparecida de Goiânia,
arriscando todas as fichas
numa iluminada...
"procissão de suicidas"
viajando nos porões
de uma garrafa cheia de versos
por demais amargos,
por demais encravados
nas pintas do cogumelo
da "bomba de estrelas"?
Walt Whitman gostava de ouvir
nossas irmãs Sarah El Khouri
e Ana Lúcia Planchêz
fumarem os pelos da vagina,
e os pelo do monstro
comedor de letras e cus
que mora nas lanternas
dos que não nasceram
para a mordaça
nossas irmãs Sarah El Khouri
e Ana Lúcia Planchêz
fumarem os pelos da vagina,
e os pelo do monstro
comedor de letras e cus
que mora nas lanternas
dos que não nasceram
para a mordaça
Diego El Khouri,
me identifico com você
e com o Joka Faria
+ o Ivan Silva
por sermos poetas devotos
do sonambulismo das aranhas escrotas de tanto foderem
aranhas escrotas
me identifico com você
e com o Joka Faria
+ o Ivan Silva
por sermos poetas devotos
do sonambulismo das aranhas escrotas de tanto foderem
aranhas escrotas
Me mostraste os estraçalhados versos do Sabotage
numa noite de muita maconha,
de várias punhetas,
de necas de doses de mescalina,
sem nenhum botão
espinhoso de peiote
para mascarmos diante do fim
do mundo nada eletrificado
dos que nada pensam
porque nunca foderam com a poesia
pica das galáxias
numa noite de muita maconha,
de várias punhetas,
de necas de doses de mescalina,
sem nenhum botão
espinhoso de peiote
para mascarmos diante do fim
do mundo nada eletrificado
dos que nada pensam
porque nunca foderam com a poesia
pica das galáxias
E esses merdas obcecados
por mentira e poder...( que sifu)
na real, nos sirva (você)
um morrão de ouro
( assim se dizia na Bahia
do poetaço Valente Junior),
desses que você
(Diego El Khouri Plural)
guarda nas dobras do blusão
de couro de buceta
por mentira e poder...( que sifu)
na real, nos sirva (você)
um morrão de ouro
( assim se dizia na Bahia
do poetaço Valente Junior),
desses que você
(Diego El Khouri Plural)
guarda nas dobras do blusão
de couro de buceta
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
CHÁ DE GIM - BOA PARCERIA!
Estou trabalhando no projeto gráfico da banda Chá de Gim. Vou acompanhar a banda em alguns shows pintando quadros, canalizando a energia do público e a vibração do som enquanto eles tocam.
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Abaixo uma música da banda, uma das artes que fiz pra galera e a letra da canção:
Letra (no fim da descrição)
Composição : Diego Wander, Daniel Ramos, Walacy Neto
Guitarras: Bruno Brogio,Willian Miguel
Baixo: Bruno Brogio
Bateria: Alexandre Akires
Mix/Master: Vinícius Fraga Oliveira
Arte Visual: Diego El Khouri
Contato: chadegim@gmail.com
Letra:
ZÉ
O Zé o sapato tá gastando
o dia tá clareando
seu chapéu até molhou
O Zé sente esse garoa fria
e "ocê" na boemia Zé
vai dormir no corredor
Pois é, hoje eu pensei na minha vida
Hoje eu mexi nessa ferida
e eu vi que o jogo acabou
Mas Zé ô Zé, do que você tá me falando
se a vida só tá começando
e "ocê" já cambaliou
Quer saber o Zé, por que "ocê" não fica na sua?
a minha estrada é a rua
é beber viver e matar
Ô Zé o Zé, que "ocê" só sabe da novela
e pois cortina em uma cela
e não arreda do sofá!
O que Zé? Eu sempre fui seu companheiro
desde sempre o primeiro
bota essa arma no chão!
Ô Zé ô Zé ocê não esquece quem sou eu
meu nome é Zé igual ao teu
da mesma carne o mesmo pão
dois em um bem mais que irmão.
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Abaixo uma música da banda, uma das artes que fiz pra galera e a letra da canção:
Letra (no fim da descrição)
Composição : Diego Wander, Daniel Ramos, Walacy Neto
Guitarras: Bruno Brogio,Willian Miguel
Baixo: Bruno Brogio
Bateria: Alexandre Akires
Mix/Master: Vinícius Fraga Oliveira
Arte Visual: Diego El Khouri
Contato: chadegim@gmail.com
Letra:
ZÉ
O Zé o sapato tá gastando
o dia tá clareando
seu chapéu até molhou
O Zé sente esse garoa fria
e "ocê" na boemia Zé
vai dormir no corredor
Pois é, hoje eu pensei na minha vida
Hoje eu mexi nessa ferida
e eu vi que o jogo acabou
Mas Zé ô Zé, do que você tá me falando
se a vida só tá começando
e "ocê" já cambaliou
Quer saber o Zé, por que "ocê" não fica na sua?
a minha estrada é a rua
é beber viver e matar
Ô Zé o Zé, que "ocê" só sabe da novela
e pois cortina em uma cela
e não arreda do sofá!
O que Zé? Eu sempre fui seu companheiro
desde sempre o primeiro
bota essa arma no chão!
Ô Zé ô Zé ocê não esquece quem sou eu
meu nome é Zé igual ao teu
da mesma carne o mesmo pão
dois em um bem mais que irmão.
domingo, 12 de outubro de 2014
EXPOSIÇÃO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE GOIÂNIA (GO)
Algumas telas de minha criação estarão expostas na Justiça Federal em Goiânia (que fica próximo ao Banana Shopping e atrás do Colégio Lyceu) do dia 13 a 21 de Outubro.
Uma das telas expostas:
Compareçam!
Título: A moça que sonha
Técnica: Óleo s/ tela
Artista: Diego El Khouri
Técnica: Óleo s/ tela
Artista: Diego El Khouri
sábado, 11 de outubro de 2014
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
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