sexta-feira, 6 de março de 2015

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

PRINCESINHA PEDRA DE SÂNDALO

 ( Por  edu planchêz )

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Jack Kerouac e Edu Planchêz, há 68 anos atrás
e nesse carnaval de 2015...
Claudio Willer, nos diz que ser BEAT é ser camarada, 
companheiro de alta sensibilidade, ultra-homem,
mulher preciosa
E eu convoco, os Samurais Fantasmas do Velho Diego El Khouri
para bolar comigo um morrão de maconha,
uma ponte que nos ligue aos esporrados neurônios
do Cavaleiro Antonin Artaud
e aos sete mil grelos de Frida Kahlo
Se não venta no teu útero poema,
se a calmaria dos mariscos
se desprende das palavras...
A densa corrente de células de púrpuro sangue,
esbarram nas teias do céu,
nos sons do tenso arco
Vinde artista esculpido por Homero e Virgílio,
Murilo Mendes e Mário Faustino!
De todas as torres da cidade,
avisto a mais bela das mascaradas,
caminhando na direção
da não direção
E de versos, pouco entendo,
de fodas, posso falar
"Edu Planchêz,
por 21 dias, eu Cadela poeta,
estive grudada a você,
poeta Cão;
pós esse milagre,
perdi o medo dos homens"
São as vozes das dignas Damas,
PRINCESINHA PEDRA DE SÂNDALO!


sábado, 7 de fevereiro de 2015

SÉRIE: MONUMENTAL

ARTISTA: DIEGO EL KHOURI




Título: Poética
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri




Título: Transeuntes
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri




Título: Rebanho
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri



Título: Fase Terminal
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri


Título: Coletivo
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri


Título: Réquiem para o Amor
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri



Título: Da rua eu vim
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

domingo, 1 de fevereiro de 2015

FASCÍNIO



Título do quadro: Fascínio 
Técnica: óleo sobre tela
Tamanho: 30 x40 cm
Artista: Diego El Khouri

sábado, 24 de janeiro de 2015

PINTURA COM ALMA DESNUDA COM TODA FÚRIA E DOÇURA


Matéria que saiu sobre minha arte no Diário da Manhã e assinada pela jornalista Jéssica Fernandes.
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Pintura com alma desnuda com toda fúria e doçura

Diego El Khouri reúne experiência de todos os sentidos, um trabalho sem pudor

DIÁRIO DA MANHÃ

JÉSSICA FERNANDES

“Encaro a pintura como uma espécie de laboratório. As artes em geral sempre me chamaram muita atenção. Desde bem cedo era fascinado pela questão das cores e das imagens. Cresci em meio a tintas e pincéis. Logo então me vi produzindo fanzines, poemas, pinturas, cartuns, desenhos, caricaturas, contos, ensaios, etc”.
Diego também participou ativamente de grupos de poesia, no Rio de Janeiro, como a Pelada Poética (organizado pelo ator e poeta Eduardo Tornaghi) e Rato di versos (um saru bastante conhecido na Lapa e criado pelo poeta e amigo Dudu Pererê). Os quadros do artista fizeram parte de uma das edições do sarau organizado pelo ator Paulo Betti e o jornalista Paulo Maia, na Gávea.
“Sempre clamei por uma união maior da classe artística, sair do lugar comum, transcender... Voltei para o Estado de Goiás há cerca de quatro meses e vi que muita coisa melhorou. Mais eventos, locais para expor”.
“A minha pintura aponta para vários caminhos. As cores fortes e os traços rápidos (por vezes lento e tranquilo, porém este em menor escala) rompem o equilíbrio das formas para atingir um nível em que uma figura sobreponha a outra dando texturas grossas e infectadas de imagens na obra. Agora o momento é das cores quentes, vibrantes, com pequenas camadas de nebulosidade e escuridão. Na arte não há espaço para covardes e minha pintura é o retrato vivo dos olhos que lacrimejam sem medo, do carinho terno das manhãs sem pudor e o beijo colhido na poesia feroz e delirante de alguns pensadores”.
Para Diego, tirar a arte do prisma e colocar na rua seria uma boa opção para a disseminação para todas as classes sociais. “As máscaras afastam em vez de aproximar. A arte e inerente à alma humana, mas como vivemos em um sistema que tende a sabotar as pessoas desde o ensino, cria uma barreira com essa sutileza que a arte caminha”.
“Cresci em meio às tintas e pincéis vendo minha mãe pintar. Comecei a falar, andar e a ver o mundo da mesma forma que aprendia a desenhar e a me comunicar com o mundo exterior através da minha arte. Hoje sou o acréscimo de todas as fontes que bebi. Desde a tinta a óleo, colagens, cartuns, etc. Atravessei muitas fases. Ela emerge nos meus poros, viso de mundo, sensações, gestos, etc”.

24 de Novembro de 2014



* http://www.dm.com.br/jornal/#!/view?e=20141124&p=30 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

O POETA E A MUSA


Título do quadro: A musa e o poeta
Técnica: óleo sobre tela
Tamanho: 50 x 60 cm
Artista: Diego El Khouri

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work in progress:




quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

CHÁ DE GIM - SAMBA VERDE

Como já informei nesse blog, estou trabalhando no projeto gráfico da banda Chá de Gim.
 Abaixo segue a nova canção, letra e a minha arte para essa música. 






Ficha Técnica:

Voz/Pandeiro/Cuíca: Diego Wander
Backing Vocal: Caramuru/ Bruno Brogio
Guitarra: Caramuru Brandão
Baixo/Ganzá: Bruno Brogio
Bateria: Alexandre Akires
Composição: Diego Wander/Walacy Neto/ Daniel Ramos
Produção: Estúdio Casa do Chá
Arte: Diego El Khouri 

Letra:

A meia noite os "homi" bate na porta
e ninguém sabe o que é que vai acontecer
provavelmente vão descer o tapa
provavelmente a gente vai correr
mas a cabeça continua longe
e essa brisa não vai terminar
se o verde sempre foi a nossa fonte
a nossa onda ninguém vai cortar
"Paragadá Paragadá Paragadá 
Paragadá Paragadá Paragadá 
Paragadá Paragadá Paragadá "
Mesmo que a gente diga amém ao samba
mesmo que o santo pare pra ouvir
mas nossa vida é uma corda bamba 
Tamo sambando que pra não cair
mesmo quer a gente diga amém ao samba
mesmo que o santo pare pra ouvir
mas nossa vida é uma corda bamba 
Tamo sambando que pra não cair!
"Paragadá Paragadá Paragadá 
Paragadá Paragadá Paragadá 
Paragadá Paragadá Paragadá "
É muita coisa pra falar
(E pouco ouvido pra escutar)
É pouca coisa pra fazer
(E muito assunto a terminar)
É muita lei pra eu decorar 
(Nenhuma pra legalizar)
Por que o errado é você?