quinta-feira, 23 de abril de 2015

LOVE ENDLESS RIVER

( Por Edu Planchêz ) 

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o rio infinito querido de minha alma,
de nossa alma inundada de rios,
de rios, de nuvens,
de nuvens com formatos de leões marinhos
Que saudade do ventre de minha magma mãe!
Em prantos ouço Endless River
com saudade de mim mesmo;
é a minha primeira audição,
é a minha primeira noite de lágrimas
após a morte da minha morte,
após renascimento do renascimento
de meu filho
o rio infinito dos que construiram
minha alma, eu sou a alma do mundo,
o mundo é a minha alma,
as trilhões de estrelas que me levam
pelas ornamentais sombras
Vinde carne cor de música,
vinde música cor de carne,
ardentes vozes de todas as vozes,
milimétricos sentidos
que nos mantém nas passadas
dos vindouros anos,
das cristais flores
Endless River sem palavras
Endless River de toda a sorte
de camadas de luzes azuis
vermelhas verdes amarelas lilázes...
luzes de Londres, luzes da Dinamarca,
do Brasil, de Albarã e Prussia,
dos avião agora de gelo e prata
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sexta-feira, 6 de março de 2015

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

PRINCESINHA PEDRA DE SÂNDALO

 ( Por  edu planchêz )

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Jack Kerouac e Edu Planchêz, há 68 anos atrás
e nesse carnaval de 2015...
Claudio Willer, nos diz que ser BEAT é ser camarada, 
companheiro de alta sensibilidade, ultra-homem,
mulher preciosa
E eu convoco, os Samurais Fantasmas do Velho Diego El Khouri
para bolar comigo um morrão de maconha,
uma ponte que nos ligue aos esporrados neurônios
do Cavaleiro Antonin Artaud
e aos sete mil grelos de Frida Kahlo
Se não venta no teu útero poema,
se a calmaria dos mariscos
se desprende das palavras...
A densa corrente de células de púrpuro sangue,
esbarram nas teias do céu,
nos sons do tenso arco
Vinde artista esculpido por Homero e Virgílio,
Murilo Mendes e Mário Faustino!
De todas as torres da cidade,
avisto a mais bela das mascaradas,
caminhando na direção
da não direção
E de versos, pouco entendo,
de fodas, posso falar
"Edu Planchêz,
por 21 dias, eu Cadela poeta,
estive grudada a você,
poeta Cão;
pós esse milagre,
perdi o medo dos homens"
São as vozes das dignas Damas,
PRINCESINHA PEDRA DE SÂNDALO!


sábado, 7 de fevereiro de 2015

SÉRIE: MONUMENTAL

ARTISTA: DIEGO EL KHOURI




Título: Poética
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri




Título: Transeuntes
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri




Título: Rebanho
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri



Título: Fase Terminal
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri


Título: Coletivo
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri


Título: Réquiem para o Amor
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri



Título: Da rua eu vim
Técnica: Mista
Artista: Diego El Khouri


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

domingo, 1 de fevereiro de 2015

FASCÍNIO



Título do quadro: Fascínio 
Técnica: óleo sobre tela
Tamanho: 30 x40 cm
Artista: Diego El Khouri

sábado, 24 de janeiro de 2015

PINTURA COM ALMA DESNUDA COM TODA FÚRIA E DOÇURA


Matéria que saiu sobre minha arte no Diário da Manhã e assinada pela jornalista Jéssica Fernandes.
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Pintura com alma desnuda com toda fúria e doçura

Diego El Khouri reúne experiência de todos os sentidos, um trabalho sem pudor

DIÁRIO DA MANHÃ

JÉSSICA FERNANDES

“Encaro a pintura como uma espécie de laboratório. As artes em geral sempre me chamaram muita atenção. Desde bem cedo era fascinado pela questão das cores e das imagens. Cresci em meio a tintas e pincéis. Logo então me vi produzindo fanzines, poemas, pinturas, cartuns, desenhos, caricaturas, contos, ensaios, etc”.
Diego também participou ativamente de grupos de poesia, no Rio de Janeiro, como a Pelada Poética (organizado pelo ator e poeta Eduardo Tornaghi) e Rato di versos (um saru bastante conhecido na Lapa e criado pelo poeta e amigo Dudu Pererê). Os quadros do artista fizeram parte de uma das edições do sarau organizado pelo ator Paulo Betti e o jornalista Paulo Maia, na Gávea.
“Sempre clamei por uma união maior da classe artística, sair do lugar comum, transcender... Voltei para o Estado de Goiás há cerca de quatro meses e vi que muita coisa melhorou. Mais eventos, locais para expor”.
“A minha pintura aponta para vários caminhos. As cores fortes e os traços rápidos (por vezes lento e tranquilo, porém este em menor escala) rompem o equilíbrio das formas para atingir um nível em que uma figura sobreponha a outra dando texturas grossas e infectadas de imagens na obra. Agora o momento é das cores quentes, vibrantes, com pequenas camadas de nebulosidade e escuridão. Na arte não há espaço para covardes e minha pintura é o retrato vivo dos olhos que lacrimejam sem medo, do carinho terno das manhãs sem pudor e o beijo colhido na poesia feroz e delirante de alguns pensadores”.
Para Diego, tirar a arte do prisma e colocar na rua seria uma boa opção para a disseminação para todas as classes sociais. “As máscaras afastam em vez de aproximar. A arte e inerente à alma humana, mas como vivemos em um sistema que tende a sabotar as pessoas desde o ensino, cria uma barreira com essa sutileza que a arte caminha”.
“Cresci em meio às tintas e pincéis vendo minha mãe pintar. Comecei a falar, andar e a ver o mundo da mesma forma que aprendia a desenhar e a me comunicar com o mundo exterior através da minha arte. Hoje sou o acréscimo de todas as fontes que bebi. Desde a tinta a óleo, colagens, cartuns, etc. Atravessei muitas fases. Ela emerge nos meus poros, viso de mundo, sensações, gestos, etc”.

24 de Novembro de 2014



* http://www.dm.com.br/jornal/#!/view?e=20141124&p=30