domingo, 18 de setembro de 2022

Nova parceria da EMNM: a Mandrake Comic Shop: loja especializada em quadrinhos

 Salve salve malucos e malucas, anunciamos mais uma parceria com a  Editora Merda na Mão : a  Mandrake Comic shop , loja especialista em quadrinhos. Os últimos exemplares da HQ Renovaceno do Ciberpajé  se encontram nesse espaço. Vale destacar também que eles fornecem zines, um diferencial no segmento.


Endereço: Endereço: Avenida T 3, 2673, Galeria Pátio do Lago (em frente ao Vaca Brava), setor Bueno, Goiânia (GO).

























 

Título: Renovaceno
Autor: Ciberpajé (Edgar Franco)
Formato: 29,5 x 21 cm
Páginas: 68
Gênero: Hq
Ano: 2021

quinta-feira, 15 de setembro de 2022

VOCÊ NÃO SERÁ MAIS O MESMO AO LER ESSAS PÁGINAS!!!

 Pra quem se interessa no universo poético filosófico das histórias em quadrinhos do gigante Ciberpajé aproveite a oportunidade:



Pela metade do preço você leva para casa esse álbum clássico.


* Os últimos exemplares dessa filosófica e psicodélica arte sequencial lançada pela EMNM: 68 páginas impactantes! 


Você não será mais o mesmo ao ler essas páginas!!


Lançamento da HQ Renovaceno no programa Deu Merda:


O quadrinista, zineiro, professor e pesquisador Gazy Andraus sobre a HQ Renovaceno:

 Carlos Lopes, vocalista da banda Dorsal Atlântica, sobre a HQ do Ciberpajé:




Resenha da Danielle Barros sobre a HQ Renovaceno:



Lançamento da HQ Renovaceno na HQ Week :



HQ Renovaceno:





conta/DAC 90524-4, Banco Itaú, Agência: 0147, em nome de Diego El Khouri Sousa, CPF 020 988 051-10 ou pelo pix 62982790215 (chave: celular)
Daí é só enviar o comprovante de depósito para nosso e-mail (editoramerdanamao@yahoo.com)

domingo, 11 de setembro de 2022

O psicodélico, informativo e delirante programa DEU MEEEERDAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 O Deu Merda foi um primeiro programa no campo do áudio visual  criado para ser um espaço de divulgação dos lançamentos e novidades da   Editora Merda na Mão além de entrevistas contundentes com malucos e malucas das múltiplas artes do país: um vasto e denso painel de produção cultural contemporânea do século sinistro. 

No início os episódios eram gravados  3 vezes por semana e depois passou a ser uma vez por semana (sábado ou domingo, de acordo com a escala do trampo do Diego) além de um pequeno período de hiato devido a correria insana desses tempos sombrios.



O psicodélico, informativo e delirante programa foi idealizado pelos criadores da EMNM: Diego El Khouri e Fabio da Silva Barbosa. A apresentação ficou a cargo do Diego, o outsider da galáxia de parnaso. Ao término de cada edição, esses dois malucos besuntados da insanidade cotidiana, discutiam os pontos negativos e positivos, o que poderia ser  melhorado, que palavras  não repetir, etc. etc. etc ... A formação do Fabio em jornalismo e as performances em saraus poéticos vomitadas pelo Diego ajudaram nessa construção.

A partir do programa número 76 Francisco Bragança ficou responsável pela apresentação. Acreditamos no poder revolucionário da coletividade e nosso agradecimento a esse camarada de luta!!!


FORAM, ATÉ O MOMENTO, 90 EPISÓDIOS NO DEU MEEEEERDAAA!!!!!!!!!! 

            Uma rajada de conhecimento!! Puta registro histórico!!

Artistas de várias linguagens relatando suas experiências, inspirações, visões de mundo, num papo descontraído, mas sem cair no vazio blasé dos podcasts atuais  normalmente são dois otários que nem se preocupam em saber quem são os convidados arrotando um monte de mediocridade  ... Estamos fora dos ditos caminhos fáceis. O dedo em riste pra toda essa babaquice!!!!


O Deu Merda vai dar um tempo (por volta de dois meses) para reestruturarmos algumas questões na EMNM , mas as outras atividades continuam a pleno vapor. 


Abaixo alguns cortes do Deu Meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeerda


   (Aperta, puxa, prende e... ouça)


Deu Merda Bestial _ Cortes e Recortes 


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Danihell Slaughter - A escrita subversiva / Cortes do Deu Merda



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A força ancestral do Teatro - Maria Eugênia Félix / Cortes do Deu Merda



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Eduardo Marinho - Paulo Freire e a educação libertadora/ Cortes do Deu Merda


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Gardenia Barros - "Ser artista não é escolha" / Cortes do Deu Merda



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Necropolítica : o novo álbum do Ratos de Porão / Cortes do Deu Merda



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Ricardo Mendes - "Quem te ensinou a odiar negros?" / Cortes do Deu Merda



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Clarisse da Costa - Vidas negras importam / Cortes do Deu Merda



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Lamartine - Arte erótica / Cortes do Deu Merda



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Vinni Corrêa - Arte pornô contra a caretice / Cortes do Deu Merda


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Poesia e Ayahuasca - Edu Planchêz Maçã Silattian / Cortes do Deu Merda


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Danihell Slaughter - O fascismo no Brasil e no mundo / Cortes do Deu Merda




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Pictórica Âmbar - O que é ser artista, preta e trans no Brasil? / Cortes do                                                             Deu     Merda




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Dyulle Ribeiro e o rock em Salvador ( Bahia) / Cortes do Deu Merda



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Maytê Guimarães - Processo criativo na Pandemia / Cortes do Deu Merda



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Fio Cultural Produções - Educação, Comunicação e Cultura - Clécia Oliveira/ Cortes do Deu Merda



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Frida Carla - trabalho sexual, literatura e ativismo / Cortes do Deu Merda



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Francisco Bragança : o cinema brasileiro e o imperialismo estadunidense / Cortes do Deu Merda




Dia Mundial do Rock - Enemy Cross / Cortes do Deu Merda



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Panda Reis e os primórdios do underground / Cortes do Deu Merda



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Espinhos & Rosa/ machismo no rock/ Cortes do Deu Merda



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Danihell Slaughter - Fanzines - Caos Marginal / Cortes do Deu Merda



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Bruno Enrico e o Hino das Fumarolas / Cortes do Deu Merda 



A pintura de Eduardo Marinho / Cortes do Deu Merda




quinta-feira, 8 de setembro de 2022

Karnal, Pondé & Cortela

Por: Nathalia Claro Moreira 


Há uns anos o brasileiro elegeu Leandro Karnal e Luiz Felipe Pondé como referências de uma intelectualidade irrestrita. Karnal tem trabalhos em História da América, que é sua área de formação, e Pondé, em Blaise Pascal. A situação ficaria calma se eles se mantivessem em suas lagoas.


Mas a conjunção astrológica de língua ferina, terno bem passado e pele branca transformaram ambos em uma espécie de Oráculo de Delfos.


Não era raro ver Karnal conversando com Fátima Bernardes sobre... qualquer coisa. Mesma coisa Pondé. Futebol? Marketing? Conflito entre duas tribos africanas em alguma região remota subsaariana? Pix? Budismo? Jesus? O retorno do KLB? Tudo. Um belo discurso, uma frase de Shakespeare, uma curiosidade histórica, um aforismo de Nietzsche, um ar de caviar com champanhe no Coco Bambu... vinha uma resposta encantadora. 


E o brasileiro acolhia. A Globo acolhia. A GNT acolhia. A impressão é que esses caras passam 24h estudando "Atualidades", mas a verdade é que seus últimos trabalhos são aqueles atrativos ruins da seção de Auto-ajuda (e que infelizmente pipocam os 10 mais vendidos do ranking da Veja).


Esses dias Karnal argumentou que mandar áudio em WhatsApp é coisa de analfabeto. 


Hoje, li um artigo sórdido do Pondé arguindo com seu jeito pobre de reflexão que "autismo é a última tendência do mercado". 

Como Édipo, os olhos sangram. 


Em minha última aula de Metafísica na UERJ, um renomado professor disse rindo que a CNN havia ligado para o departamento perguntando se ele poderia falar sobre o conflito da Ucrânia com a Rússia. Ele perguntou se poderia falar sobre a ontologia da guerra. Desligaram. É isso. Sapos intelectuais, fiquem em seus lagos."


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Segundo Gerson Carneiro...


"A máxima do Karnal para mim foi "palestrar" sobre maternidade no Dia das Mães. Eu realmente não sabia que Karnal é mamãe.


A máxima do Pondé para mim foi vê-lo tentar falar mal de cotas para negros em uma universidade em uma cidade do recôncavo baiano cuja população de alunos é 90% negra. Foi expulso de lá pelos alunos, obviamente. 


Ainda tem o Mário Sergio Cortella. O menos mala é o Clovis de Barros. 


Esses caras enchem os bolsos contratados por prefeituras para falar por cinquenta minutos as abobrinhas de sempre para encantar professores da rede municipal de ensino."

* Doutora em Filosofia pela UFRJ




terça-feira, 6 de setembro de 2022

RELATOS DE UM RAPERO ATEU DE QUEBRADA — Obra de Rodrigo Ktarse

 


Novo livro publicado pela Editora Merda na Mão: Obra do Rodrigo Ktarse , um dos membros do grupo de rap combativo Ktarse

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Como qualquer mano de quebrada, que não se submeter aos condicionamentos de docilização dos corpos e dos pensamentos condicionantes que são articulados pelos orquestradores do sistema capitalista. Passei a compor o quadro de rebeldes insubmissos de quebrada, convivendo com tudo que as ruas de terra, becos e vielas tem a oferecer aos indesejáveis sociais.


Mas, para a infelicidade do sistema capitalista, a rua me mostrou o submundo da criminalidade e das drogas, mas também me propiciou a conhecer a psicologia das ruas e filosofia do gueto, que na adolescência revolucionou minha forma de pensar a realidade violenta e cruel, que nos dilacera cotidianamente.


A realidade sangrenta que causa o morticínio dos de baixo, considerados como descartáveis sociais para os opressores herdeiros da casa grande. As ruas me apresentaram a cultura hip Hop, no qual pude conhecer os cinco elementos desse movimento - Grafite, DJ, MC, Break a o conhecimento político e social dos de baixo. Passei a ser mais um integrante do movimento hip Hop.


Desde então, sou mais um rimador insurgente dos guetos de Suzano. Nessa trajetória do rap, o que mais me atraiu, foram as letras de rappers que expressavam conteúdos políticos e contundentes em suas canções, como o grupo Facção Central, entre tentas mensagens de críticas profundas ao sistema capitalista, que esse grupo potencializa em seus raps, várias rimas do F.C me fez pensar e refletir sobre a ilusão de acreditar em Deus. Dentre tantas destaco a seguinte: no céu não tem deus, só o helicóptero da polícia descarregando a traka no fugitivo da delegacia!

Valor do livro= 25,00 + correio e lembrando que esse livro foi feito e produzido de forma autônoma, no nós por nós, não temos vínculo com editoras mercenárias, com empresas, com governos ou qualquer oportunista capitalista . Fortaleça o corre da literatura de quebrada e insurgente do gueto!!


Rodrigo ktarse


















Capa: Thiago Augusto

Diagramação da capa: Jackson Abacatu

Diagramação do miolo: Fabio da Silva Barbosa

Revisão: Guilherme de Andrade

Formato: 14 x 21 cm

78 páginas


Editora Merda na Mão - publicando os impublicáveis 




segunda-feira, 5 de setembro de 2022

É o ódio humano.... É a vida...

  Por Fabio da Silva Barbosa

 

Suas normas e regras impostas

torturam nossas mentes e corpos

e não trazem a solução

para este inferno na terra

do qual ainda temos de agradecer

COM DEVOÇÃO

 

E o lixo se acumula

como gordura em nossas veias

e as velhas agonias

que nunca vão embora

insistem em assombrar

com a podridão a nos inundar

 

E ainda temos guerras

e a hora de acordar

para mais um dia de trabalho

a nos escravizar

sem dó ou piedade

a nos massacrar

 

E a poluição da terra

e a poluição do ar

e a sociedade de consumo

e bobagens a compartilhar

pelos dedos dos pés

A NOS DEVORAR