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Burroughs, Ginsberg, Kerouac, Nelio, El Khouri e eu:
todos na mesma esquina, na profunda torre do tempo
erguida por dentro dos poemas,
por dentro das "pedras bonitas" de todos os transes
Carne e palavra, acentos e acidentes sonoros,
os irmãos tingidos pelas nuvens de unicórnios
carregam nas costas de suas mãos o intervalo,
a fenda que vai do dia outro ao dia hoje
Usando o pendulo de diamante para encontrar água,
para ancorar na presença múltipla das múltiplas dimensões,
o século único, os mundos paralelos,
amigos do cisnico abraço
Os ventos da "columbia", da estrada dos bandeirantes,
do vale do paraíba, das comarcas de goiânia...
Os ventos se cruzam