A 59ª publicação da Editora Merda na Mão não pede licença: invade.
São 204 páginas de uma obra visceral, um soco prolongado que atravessa três anos de gestação (2019–2023) — antes, durante e depois do colapso pandêmico — e só agora, em 2026, rompe a carne do tempo como um parto maldito.
Criada por Diego El Khouri, o outsider da galáxia de Parnaso, essa HQ é menos um livro e mais um documento de sobrevivência. Um registro bruto de quem desenhava como quem escreve o último adeus da arte — com a cortina caindo, a luz se apagando na retina e o mundo apodrecendo em volta.
Entre o caos cotidiano, a precariedade extrema, a luta insana por existir e outras criações que disputavam espaço com a ruína, essa obra ficou anos enclausurada. Guardada. Fermentando.
Agora, ela é devolvida ao mundo como deve ser:
um vômito gráfico, indigesto, provocativo.
Uma crítica sem anestesia, talvez uma das mais contundentes que o século XXI ainda vai ser forçado a engolir.
Com roteiro e desenhos de Diego El Khouri, prefácio brutal de Fabio da Silva Barbosa (do clássico zine Reboco Caído) e diagramação precisa e poética de Lívia Batista.
* Era pra ter sido publicada ontem, dia 21, mas devido problemas técnicos finalizamos hoje...
Editora Merda Na Mão segue publicando os impublicáveis e cuspindo no status quo
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