https://editoramerdanamao.blogspot.com/
23 de abril — Dia Mundial do Livro
Hoje é o tal do Dia Mundial do Livro.
23 de abril.
Escolheram essa data porque morreram uns nomes phudidos da literatura, tipo William Shakespeare e Miguel de Cervantes.
Mas vamos direto ao ponto:
a gente caga pra qualquer tipo de data.
Só que também não dá pra ignorar completamente num país que caga ainda mais pra cultura do que a gente pra calendário.
Então fica esse registro atravessado mesmo.
Porque se tem uma coisa que ainda não conseguiram domesticar direito é a leitura.
Ler é perigoso.
Ler dá trabalho.
Ler desmonta certezas idiotas.
Leitura é antídoto contra burrice, contra mediocridade e contra esse looping infinito de conteúdo vazio que empurram goela abaixo todo dia.
E é nesse meio desse caos que a Editora Merdas na Mão segue de pé.
Abril de 2026: seis anos de existência e resistência.
Seis anos fazendo livro na marra.
Seis anos sobrevivendo na insana disciplina, na insistência e na teimosia.
Quem acompanha o blog sabe: a gente tenta postar todo dia. Nem sempre rola. A realidade atropela, o tempo esfarela, a sobrevivência cobra.
Desde o dia 12 de abril, nosso aniversário, a gente abriu outra frente: juntar vídeos de leitores, autores, parceiros e parceiras que somam com a editora.
A galera mandou salve. Mandou força. Mandou palavra.
foi phodaaaaaaaaa!!!!!!!!
Isso virou combustível.
E por isso o blog deu uma respirada esses dias — não por desistência, mas porque a gente tava trabalhando nisso.
Os vídeos estão saindo no Instagrado da editora e no YoTubodigestivo.
Depois vem um material maior, juntando tudo.
Hoje não dava pra ficar em silêncio.
Porque livro ainda é trincheira.
E a Editora Merdas na Mão segue no subterrâneo: publicando o que incomoda, o que cutuca, o que não pede autorização.
A gente não pede licença.
A gente não se adapta.
A gente cospe no status quo.
Se você tá aqui, é porque você é exceção!!
Só segura um pouco a ansiedade: já já a gente volta com as postagens diárias.
Até lá, seguimos.
Nós por nós.
Coletividade.
Autogestão.
E livro como arma.

Nenhum comentário:
Postar um comentário