sábado, 28 de março de 2026

Ruas e Cores: Hip-Hop em Tela — o impacto no Museu das Bandeiras levou à prorrogação da exposição

 


 

A exposição Ruas e Cores: Hip-Hop em Tela segue em exibição na Cidade de Goiás até o dia 17/04 — e, devido ao sucesso da mostra, teve seu período prolongado — ampliando esse ciclo potente de encontros, trocas e atravessamentos entre arte, ancestralidade, museu e rua.




A mostra mergulha na força do hip-hop goiano, atravessando memória, identidade e transformação — uma expressão que nasce na rua, reverbera na arte e ocupa espaços, tensionando estruturas e abrindo novos caminhos.


Ainda dá tempo de sentir essa presença pulsando de perto.


Artista: Diego El Khouri

 Produção cultural e curadoria: Lívia Batista



 Site oficial com a pesquisa e as obras do projeto disponível:

 https://laborarteunicamp.my.canva.site/hip-hop-em-tela-site


















* No Museu das Bandeiras, antigo espaço de repressão e encarceramento, ecoa uma história brutal marcada pela violência contra corpos escravizados. Hoje, essa mesma estrutura abriga vozes que resistem — e o hip-hop se inscreve ali como continuidade dessa memória: denúncia, ancestralidade e permanência.


 

A exposição Ruas e Cores: Hip-Hop em Tela segue em exibição na Cidade de Goiás até o dia 17/04 — e, devido ao sucesso da mostra, teve seu período prolongado — ampliando esse ciclo potente de encontros, trocas e atravessamentos entre arte, ancestralidade, museu e rua.







A mostra mergulha na força do hip-hop goiano, atravessando memória, identidade e transformação — uma expressão que nasce na rua, reverbera na arte e ocupa espaços, tensionando estruturas e abrindo novos caminhos.




Ainda dá tempo de sentir essa presença pulsando de perto.




Artista: Diego El Khouri


 Produção cultural e curadoria: Lívia Batista





 Site oficial com a pesquisa e as obras do projeto disponível:


 https://laborarteunicamp.my.canva.site/hip-hop-em-tela-site




































* No Museu das Bandeiras, antigo espaço de repressão e encarceramento, ecoa uma história brutal marcada pela violência contra corpos escravizados. Hoje, essa mesma estrutura abriga vozes que resistem — e o hip-hop se inscreve ali como continuidade dessa memória: denúncia, ancestralidade e permanência.

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