sexta-feira, 21 de março de 2025

Faço aniversário no Dia Internacional da Poesia

  Por Diego El Khouri 


 Estou ao longo do dia recebendo muitas mensagens incríveis e agradeço cada pessoa de ter tirado um pouco do seu tempo para me parabenizar. Realmente fico feliz e emocionado com cada demonstração  de carinho!  Inclusive artistas que respeito demais escreveram coisas lindas a respeito do meu trabalho artístico, do meu mergulho profundo e sério na arte, do meu engajamento cultural... mas a mensagem mais linda e importante que recebi nesse dia foi do meu amor Lívia Batista . Ano passado nesse mesmo dia estava comemorando meu aniversário sozinho, bebendo cerveja de forma melancólica  em um momento muito complicado da minha vida. Hoje estou do lado dessa pessoa incrível e que eu amo muito! 


Ela é a pessoa mais importante que conheci em toda minha vida!


Amor pra vida toda!


***


Olha que lindo o que o meu benzim escreveu:


Benzim, hoje é o seu dia, e eu não poderia estar mais feliz por celebrar, pela primeira vez juntinho de você, mais um ano da sua vida! Que este novo ciclo te traga ainda mais felicidade, saúde, realizações e momentos incríveis. Saiba que estarei sempre aqui para te apoiar, te amar e viver ao seu lado cada momento especial. Parabéns, meu amorzim! Te amo!




segunda-feira, 17 de março de 2025

Poeta Jim Morrison

 


Título: Poeta Jim Morrison 

Técnica: Acrílica sobre tela

Dimensões: 70 x 50  cm

Ano: 2025

Artista: Diego El Khouri

sexta-feira, 14 de março de 2025

Lívia Batista no programa VERSOS & CORTES - Um mergulho na poesia de Cora Coralina - episódio especial.




Postamos no canal do YouTubedigestivo da lisérgica punk Editora Meerda na Mão mais um episódio do programa aperiódico VERSOS & CORTES. Dessa vez Lívia Batista recita o poema Becos de Goiás, de autoria de Cora Coralina (1889 - 1985). Vídeo gravado na cidade histórica de Goiás ( GO), terra da autora.

Filmagem e edição: Diego El Khouri
*** Cola na no canal da editora, curta o vídeo e fortaleça a cena artística independente. ***


* Lívia Batista é produtora cultural, pesquisadora, artista do movimento e especialista em inovação no setor público. Graduada em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Goiás, possui ampla experiência na criação e gestão de projetos culturais por meio de sua empresa Mova-se Projetos Culturais .
Idealizou e dirigiu o D'Olhar – Festival Itinerante de Dança e Vídeo , um evento que incentiva novos realizados e amplia o acesso à videodança, agora em sua terceira edição. O projeto foi aprovado pelo Fundo de Cultura de Goiás em 2015 e 2017 e contemplado pelo Edital de Formação Cultural nº 02/2024 .
Atualmente, está desenvolvendo uma obra de videodança , aprovada pela Lei Municipal de Cultura de Goiânia , aprofundando sua pesquisa sobre o corpo feminino em movimento e suas interseções com o audiovisual.
Além disso, atua em diversos projetos culturais, como Rua e Cores , Hip Hop em Tela e outros. Também possui experiência na produção e assessoria de espaços culturais, desenvolvendo iniciativas que unem arte, tecnologia e inovação.
No setor público, integra a Rede TransformaGov , criando estratégias e conteúdos que impulsionam a modernização da gestão pública. Sua atuação explora novas formas de comunicação audiovisual, promovendo impacto cultural e transformação digital.


quinta-feira, 13 de março de 2025

Lívia: o amor que atravessou meu peito, meu sonho de vida, minha poesia... o ser humano mais lindo e especial que já conheci em toda minha vida! Meu coração é todo dela! Meu ar, vísceras, sangue, alma, hemoglobina...

 



O Tempo Passa? Não Passa


O tempo passa? Não passa
no abismo do coração.
Lá dentro, perdura a graça
do amor, florindo em canção.

O tempo nos aproxima
cada vez mais, nos reduz
a um só verso e uma rima
de mãos e olhos, na luz.

Não há tempo consumido
nem tempo a economizar.
O tempo é todo vestido
de amor e tempo de amar.

O meu tempo e o teu, amada,
transcendem qualquer medida.
Além do amor, não há nada,
amar é o sumo da vida.

São mitos de calendário
tanto o ontem como o agora,
e o teu aniversário
é um nascer toda a hora.

E nosso amor, que brotou
do tempo, não tem idade,
pois só quem ama
escutou o apelo da eternidade.

(Carlos Drummond de Andrade)

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Pés tortos e lábios rachados


Por Fabio da Silva Barbosa


Seu corpo ferido

Coberto de marcas

Mordidas, cortes, arranhões, hematomas 

Seu olhar perdido

Seu sono perturbado

As coisas que deviam estar sobre a cama

Espalhadas por toda a parte do chão

Sua angústia e depressão

Preenchida de raiva e tristeza

Sem perspectiva ou opção

Um horizonte árido e vazio

Apenas a areia do tempo a lhe chicotear

Cobrindo seu corpo

Enchendo seus olhos

Ressecando o coração


quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

O Filósofo da Maconha: a história em quadrinhos mais chapada da galáxia em nova tiragem!

  

 



Sentiu hoje um cheirinho  gostoso de mato queimado misturado com enxofre, esterco e cadáver?


Viu Algumas moscas varejeiras sobrevoando sua cabeça?


Percebeu uma presença estranha, gélida e tétrica invadindo seu espaço?


Pois, bem... Depois de um puta barulho nos subsolos clandestinos do underground a lisérgica punk Editora Merda Na Mão  anuncia que acaba de chegar nos Estúdios  Merda Pura mais uma tiragem da HQ O FILÓSOFO DA MACONHA. 


Acenda o baseado e aproveita essa oportunidade!!!

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Você não vai querer perder essa chance única de ter em mãos esse fudido quadrinho do sécuo XXI!!

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 Roteiro do escritor subversivo Fabio  da Silva Barbosa , desenhos do alucinado Diego El Khouri e prefácio do mago dos quadrinhos Ciberpajé. 

126 páginas de pura subversão e escatologia!!!


Interessados 
através do e-mail editoramerdanamao@yahoo.com ou direto com os autores nas redes antissociais da Editora Merda na Mão 

Publicando os impublicáveis 







Título: O Filósofo da Maconha 
Roteiro: Fabio da Silva Barbosa 
Desenho: Diego El Khouri 
Prefacio: Ciberpajé 
Formato: 29,5 x 21 cm 
Páginas: 126 
Gênero: HQ
Ano: 2024


Esfumaçando os becos e lugares fétidos



Cuspindo na moral e nos bons costumes!!!



Acidez Subversiva


A saga de um maconheiro nada good vibes 


Interessados no email 
E editoramerdanamao@yahoo.com 





No youtubodigestivo:




pUbLiCaNdO  oS iMpUbLiCáVeIs


domingo, 23 de fevereiro de 2025

Mais uma poesia do Edu Planchêz Maçã Silattian, o bardo da poesia elétrica primitiva selvagem

 

***


Minha POESIA prossegue cantando 

o próximo ato da primavera 

minha mesmo, 

hoje eu provei um pouco de morte 

ao brigar com meu filho, 

ele devora cigarros 

assim como as famintas 

baratas francesas devoram

umas as outras,

elas infestam esse apartamento 

assim como o sol lindo 

e avassalador infestam o país


eu me perdôo e perdôo meu menino,

ele é apenas mais uma vítima 

da propaganda e da nicotina bandida,

se Diego El Khouri se livrou

desse flagelo, também se livrará,

os amores virão, a medicina 

e a música do violão 

e da lei mística aqui estão 


sou um profeta da lógica

e do cinema ancestral,

determino que minha cria

tenha seus pulmões limpos


***





* Da esquerda para a direita: Ícaro  Odin,  Diego El Khouri  e Edu Planchêz . Foto tirada em Julho de 2014. Rio de Janeiro,  RJ


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

A convocatória para a 3ª edição do D’OLHAR – Festival Itinerante de Dança e Vídeo está chegando!

 




E para tornar esta edição ainda mais especial, o cartaz deste ano conta com ilustrações do artista visual Diego El Khouri, criadas especialmente para o evento. 🎨🔥


Se você produz videodança, chegou a hora de compartilhar seu trabalho! Aceitamos vídeos de qualquer lugar do mundo. 🌍✨


🔹 INSCRIÇÕES ABERTAS

📅 Período: 13 de fevereiro a 31 de março

🌍 Onde se inscrever: https://filmfreeway.com/DOlhar-FestivalItinerantedeDancaeVideo 

💰 Inscrição gratuita


📲 Mais informações: www.dolhar.com.br


Não fique de fora! Participe e faça parte desse movimento! 🚀✨



sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

Conexão profunda no arrebol da vida

                    Por: Diego El Khouri


À Lívia Maria Batista 

Nosso amor tem a intensidade  dos apaixonados e a leveza e tranquilidade dos sábios.  Um amor sem brigas, sem estresse e muito  menos hierarquia.  Um amor longe de patriotismos toscos  e máscaras religiosas. Um amor fora das igrejas e  sem mentiras e máculas. Um amor chapado na poesia psicodélica da contracultura: emocionante e surreal como deve ser a alma dos artistas... sim... somos artistas... Temos o mesmo propósito de vida —  conexões profundas, ideias parecidas e o que é diferente se torna grande aprendizado para exercitar  cada vez o olhar para algo mais amplo e profundo. Cora Coralina, a escritora que nos acompanha ultimamente em nossas andanças, celebra nosso amor com toda a euforia da alma e devorando a caixa dos milagres, antropofágo  que sou, "ouço Chet Baker ganindo na vitrola" e o meu futuro  irremediavelmente  ligado a você... totalmente em você...Todo meu amor, dedicação e carinho direcionados à você... só você... apenas você....


 Quando te conheci, fechei os olhos... E ao abrir... o mundo era  outro... Te amo.








sábado, 1 de fevereiro de 2025

Por Edu Planchêz Maçã Silattian, o bardo da poesia elétrica selvagem


um grande, um pequeno poeta,

um mínimo inseto, um gigante vento,

o encantador escaravelho caminhando,

caminhando, caminhando...


caminhando sobre o rastro das luzes do ainda natal,

pelas ruas sonoras da madre cidade rio de janeiro,

aqui nasceu meu corpo, 

as molas e os parafusos das luzes 

que me levam para a infinita escrita,

e para continuar vivo, escrevo,

assopro a flauta que me foi dada por um índio,

por uma tribo, por uma nação da mata,

do mato negro, da negra floresta,

dos verdes rios dos pássaros 

simbólicos arquétipos visagens


e eu mordo a cabeça da raiz da planta,

e eu subo pelos talos das ervas d'água,

das ervas que crescem en direção a lua

tecida por minha mãe com agulhas 


visões, eu tenho,

ao ver o rabo do lagarto

que creio ser Jim Morrison pai filho e irmão;

com jim, como frutas nunca vistas,

frutas nascidas noutras dimensões,

noutros veres ocultos na pele e nos ossos,

nas lembranças guardadas pelas antiquíssimas civilizações,

no oco das pedras, nos vales do chão